Crianças adoram montar castelinhos de areia na praia. Mas saiba que essa brincadeira pode se transformar em algo sério e virar arte. É o que mostra esta exposição em Kharkov, na Ucrânia. Ali, artistas locais exibem esculturas complexas, feitas apenas com areia e água. As obras têm como tema os personagens do folclore russo. Confira as imagens:
Este é um blog sobre os mais diversos assuntos. Temos a sessão 'Músicas da Semana', em que músicas de sucesso são apresentadas. Tem o "Pensamento do Dia", com uma reflexão para o seu dia. Tem a sessão "Como diria a música...", com trechos de músicas nacionais e internacionais que têm alguma mensagem romântica ou incentivadora. E, temos notícias, notícias de tudo o que acontece no mundo e é relevante e meus textos motivadores, instigantes e românticos. Acessem e boa leitura.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Para alguém especial
Para você que é especial... Você que um dia conheci através de uma mensagem virtual, chegou-se de repente, deixou a minha vida mais contente, e tornou-se tão real!!
Você que hoje está sempre presente, alegrando os meus dias com doces melodias, que escuto para recordar dos bons momentos que estivemos juntos a teclar.
Você me faz acreditar que o sentimento virtual pode ser tão verdadeiro e "real".
Você me faz sentir esta vontade de lhe escrever este desejo de estar com você, e de querer dizer: 'você me faz falta, quando não lhe encontro numa simples mensagem na minha caixa postal. Porque você já faz parte do meu mundo real, e quero que continue nele para sempre... porque você é realmente muito especial!!!
Você que hoje está sempre presente, alegrando os meus dias com doces melodias, que escuto para recordar dos bons momentos que estivemos juntos a teclar.
Você me faz acreditar que o sentimento virtual pode ser tão verdadeiro e "real".
Você me faz sentir esta vontade de lhe escrever este desejo de estar com você, e de querer dizer: 'você me faz falta, quando não lhe encontro numa simples mensagem na minha caixa postal. Porque você já faz parte do meu mundo real, e quero que continue nele para sempre... porque você é realmente muito especial!!!
Quando é a melhor hora para o profissional mudar de emprego
Deixar um emprego de anos e com relativa estabilidade é uma tarefa complicada. Quase sempre ocorre o receio de trocar o certo pelo duvidoso e, por este motivo, muitos profissionais insatisfeitos com o trabalho acabam arrastando uma situação desconfortável por anos, seja pelo descontentamento com o cargo, pela falta de reconhecimento ou pela ausência de novos desafios, que normalmente impulsionam o desenvolvimento de uma carreira. Mas quando é o melhor momento de decidir pelo desligamento de uma empresa? Na análise da psicóloga especialista em Gestão de Pessoas Marcela Lemes Borges Barbosa, que é professora das Faculdades Alves Faria (Alfa), o sinal de alerta é quando o profissional não consegue mais avançar na carreira. Normalmente, esta é uma situação que vem acompanhada de um pacote de outros sintomas, como a impossibilidade de promoção ou de aumento de salário, decepções e, com isso, queda de rendimento.
Frustrações – "Se a organização em que o profissional trabalha está lhe trazendo muito mais frustrações do que prazer, ele precisa parar e refletir sobre a possibilidade de mudança", frisa a especialista Marcela Lemes. Mas antes de tomar uma decisão precipitada e sair correndo atrás de qualquer salário melhor disponível no mercado é importante ponderar diversos pontos. O primeiro deles é saber se a causa de toda a frustração está mesmo na empresa e não no profissional. É preciso refletir: será que a área em que atuo me agrada realmente? Tenho me atualizado para acompanhar o crescimento de mercado? Que novas capacitações busquei nos últimos meses para ampliar ou aperfeiçoar minhas competências? Estou me relacionando adequadamente com meus colegas a ponto de contribuir para o crescimento da equipe?
Autoanálise – A partir de uma autoanálise é possível identificar as áreas que devem ser alteradas e estabelecer prioridades, como forma de planejar a troca de cargo ou companhia. "A pessoa precisa fazer uma escala de importância e colocar no papel tudo o que o tem incomodado ou não, e os objetivos, para só então fazer uma média de tudo", ressalta a master coach Cinthia Rodrigues. Além disso, ela orienta que a decisão seja tomada apenas num momento de tranquilidade, visto que a ação por impulso pode gerar consequências piores, como a escolha de uma empresa instável.
Contatos – Depois de ter certeza da análise dos fatos que o levam a querer sair da empresa, é hora de movimentar o networking. É por meio dos contatos de trabalho, de colegas e de profissionais de áreas afins que o profissional poderá se informar qual empresa se adequa melhor ao seu perfil, qual delas permite crescimento de carreira, tem histórico consistente, dentre outros fatores, para que então pleiteie uma indicação. "A indicação ainda é a principal ferramenta usada pelas empresas para contratar um profissional", comenta Cinthia Rodrigues.
Marketing pessoal – A psicóloga Marcela Lemes ainda acrescenta a importância do marketing pessoal para a mudança de emprego. "A forma como eu vou ‘vender’ minha imagem no mercado é decisiva." Para isso, aconselha a fazer cursos na própria área de atuação ou que auxiliem a desenvolver competências, como liderança, oratória, persuasão. "Até mesmo trabalhos voluntários podem ajudar no currículo. Muitas vezes, a pessoa desenvolve atividades importantes de liderança ou palestras, por exemplos, em igrejas, grupos e ONGs, que contam pontos a seu favor na hora da contratação", conclui.
Polícia apreende 1.900 pacotes de cigarro que estavam em carro em MS
Policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam 1.900 pacotes de cigarro que estavam dentro de um carro parado durante fiscalização na MS-141, em Naviraí (MS). O motorista, de 30 anos, disse que pegou a carga no Paraguai e a levaria até Goiás. Ele foi preso. O flagrante ocorreu no sábado (4). Os cigarros foram apreendidos e encaminhados à Receita Federal, em Ponta Porã (MS). Em outra ação, na sexta-feira (3), policiais do DOF apreendeu 31,3 quilos de maconha que estavam no bagageiro de um ônibus que seguia de Ponta Porã para Caarapó (MS). O dono das caixas de papelão onde estavam escondidas a droga foi preso.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Fluminense vence e solta o grito de campeão brasileiro após 26 anos
Vinte e seis anos, seis meses e oito dias. Esse foi o tempo em que o grito eufórico e emocionado do título brasileiro ficou engasgado na garganta de cada um dos milhões de tricolores espalhados por todo o Brasil. Mas neste domingo, 5 de dezembro de 2010, Conca, Mariano, Fred, Washington & Cia., comandados por Muricy Ramalho e sob a estrela do mais novo herói, Emerson, o Sheik, autor do gol da vitória por 1 a 0 sobre o Guarani, decretaram, num Engenhão espremido por mais de 40 mil torcedores, que as cores que agora mandam no futebol brasileiro são o verde, o grená e branco. A festa do pó de arroz está de volta. A torcida grita, com toda força, que o Fluminense é tricampeão brasileiro, lembrando a Taça de Prata conquistada em 1970. Para a CBF, ao menos por enquanto, é bicampeão. Mais importante, no entanto, é que ficou com o troféu quem mais a mereceu. A história do "time de guerreiros", como chama sempre a torcida em coro, é digna de uma crônica do saudoso jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues, um dos mais tradicionais tricolores. Um ano depois da arrancada espetacular que livrou o clube do rebaixamento, a equipe de Muricy ficou 23 rodadas na liderança. Ninguém esteve mais na frente no Brasileirão 2010. Junto com o Cruzeiro - que bateu o Palmeiras por 2 a 1 -, foi a equipe com mais vitórias (19). A última, neste domingo, começou com passe de cabeça de Washington - que entrou no segundo tempo e está há 15 partidas sem marcar - para o Sheik Emerson tocar de canhota por baixo das pernas do goleiro xará, aos 16 minutos, entrar para a história do clube e fazer o hino de Lamartine Babo tocar sem parar.
Melhor ainda do que tudo isso, o Fluminense mostrou, aliado ao conjunto, um dos melhores jogadores da competição. O baixinho argentino Conca escreve seu nome na história tricolor ao lado de ídolos como o paraguaio Romerito - autor do gol do último Brasileiro conquistado pelo clube -, além de Rivelino, Assis, Branco, Valdo, Tim e tantas outras feras. Camisa 11 com pinta de 10, comandou a equipe com o toque de classe dos grandes craques, além da onipresença incomparável - sim, ele atuou em todas as 38 partidas. Fora de campo, os méritos vão todos para o competente técnico Muricy Ramalho. Tricampeão brasileiro pelo São Paulo, ele conquista agora o tetra pelo Fluminense e se aproxima do maior vencedor da competição, Vanderlei Luxemburgo, hoje no Flamengo.
Nervosismo
O roteiro da partida era óbvio: o Guarani retrancado, tentando surpreender no contra-ataque, e o Fluminense na frente, para definir logo a partida e o título. Só que a tensão das duas equipes e o péssimo gramado do Engenhão deixavam a bola mais "viva" do que nunca. O zero a zero do primeiro tempo foi a mais perfeita tradução do pouco futebol apresentado pelas duas equipes. Logo no início, dois lances mostraram que a tensão estava ali para atrapalhar o Tricolor nas finalizações. Logo aos cinco minutos, Júlio César, no lugar de Deco, rolou para Emerson livre no meio da área, mas a bola escapou do atacante. Pouco depois, em falta cobrada pela direita, Conca mandou de canhota, à la Gérson, na medida para Gum. O zagueiro matou no peito para bater, mas, lento, acabou travado na hora do chute. Passes errados, pouca velocidade para passar do meio de campo para o ataque... Fred bem que se deslocava, mas a bola não chegava. O time tricolor parecia travado. Muricy bem que gritava, da beira do campo. A primeira vibração da torcida, curiosamente, foi com o gol marcado pelo Goiás no Serra Dourada. O 1 a 0 sobre o Corinthians assegurava o título para o Flu sem precisar vencer o Guarani. Mas o Timão empatou... A tensão não era só do Flu. Após uma cabeçada torta de Fred, a defesa do Bugre discutiu. Ailson deu bronca em Maycon, que respondeu com uma cabeçada no companheiro de time. O árbitro Carlos Eugenio Simon, que fazia sua despedida dos gramados, deu cartão amarelo para os dois jogadores. Com Diguinho e Valencia lentos na saída de jogo, Carlinhos preso pela esquerda e Júlio César apagado, as jogadas aéreas pela direita eram a melhor opção. Foi por ali que saiu a primeira jogada que fez o goleiro Emerson, do Guarani, trabalhar bem. Fred cabeceou firme, mas o arqueiro fez a defesa, sem rebote. Em outra jogada de Mariano, o melhor do time na primeira etapa, Emerson tocou de cabeça para Fred disparar, mas o atacante foi travado por uma zaga que, se até ali evitava o gol do adversário, mostrava-se confusa na saída de bola e na colocação em campo. Bicos para o alto e pela lateral eram a saída... Ao Guarani, restava puxar os contra-ataques pela direita, com um veloz Apodi. Numa delas, Valencia apareceu na hora para isolar para escanteio. Mas a chance que fez cada tricolor no Engenhão roer as unhas foi aos 39. Em cobrança de escanteio de Márcio Careca, a bola sobrou limpa para Reinaldo, que ao matá-la a deixou escapar. O último lance tricolor, aos 45, quando Conca, àquela altura mais efetivo nas jogadas para servir o ataque, tocou para Emerson bater fraco, mostrou que no vestiário seria necessária uma injeção de Muricy para tirar o time da inércia. Mas logo no início da segunda etapa, Carlinhos deu um tapa em Paulinho, já caído, e só não foi expulso porque Carlos Eugenio Simon não viu. Quieta na maior parte da primeira etapa, a torcida tricolor percebeu que precisava empurrar o time. Os gritos aumentaram principalmente após o gol do Palmeiras sobre o Cruzeiro, em Sete Lagoas. Outro resultado ótimo. E após o jogo paralisado aos 10 minutos com as câimbras de Júlio César, Muricy chamou Washington, há 14 partidas sem marcar, para aquecer. A torcida vibrou com a entrada do atacante no lugar de Júlio César. Parecia um script de Nelson Rodrigues. Na primeira boa ida de Carlinhos à linha de fundo aos 16, o centro foi para o Coração Valente. Ele tocou de cabeça para a área, a bola resvalou em Guilherme e caiu à feição de Emerson. O Sheik tocou de canhota por baixo das pernas de Ailson e do goleiro xará: 1 a 0 para o Fluminense, loucura no Engenhão. Muricy trocou Fred por Fernando Bob. Depois, Emerson, ovacionado, por Rodriguinho. Mancini desarmou o 3-6-1 do Bugre, trocando o lateral Guilherme por Pablo. Tentou dar mais agressividade ao tirar Márcio Careca e botar Geovane. E tentou melhorar o ataque com Douglas no lugar de Reinaldo. Mas quem chegou mais perto do gol foi o Flu. Washington quase pôs fim ao jejum, mas bateu fraco, para defesa de Emerson. O gol da virada do Cruzeiro no fim devolveu a tensão - menos mal que o Corinthians ficou mesmo no empate com o Goiás. Àquela altura, o Flu era obrigado a sair do Engenhão com a vitória. Fred e Emerson, desesperados no banco, pediam o apito final. A torcida gritava, eufórica. Após o apito final de Simon, a festa tricolor começou, sem data para terminar.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
...EU TE AMO...
| ...NILVA E EU NA AVENIDA BEIRA RIO... |
- É o seguinte, dentro de alguns meses, estarei fazendo 12 anos de namoro-casamento. Você não sabe o que é namoro-casamento? Eu explico: é quando um relacionamento simples, como o namoro, ultrapassa todas as fronteiras e se torna casamento. E, vou te contar, quando isso acontece é bom demais. E, é pra você Nilva, MEU CAMINHO, MINHA LUZ E MINHA VIDA, que garimpei a seguinte mensagem e, por você, eu vou sobrevivendo a tudo e todos e, sabe por quê? Por que...
→Tє amo αgorα
→Tє amo depois
→Tє amo quαηdo ficαr
→Tє amo quαηdo for
→Tє amo quαηdo chover
→Tє amo quαηdo fizer sol
→Tє amo αqui
→Tє amo lá
→Tє amo em todo lugαr
→Tє amo quαηdo vc disser αdeus
→Tє amo o diα todo
→Tє amo todos os diαs
→Tє amo ηos momeηtos mαis felizes
→Tє amo ηos momeηtos mαis triste
→Tє amo ηos momeηtos mαis difíceis
→Tє amo αo sorrir
→Tє amo αo chorαr
→Tє amo de seguηdα α seguηdα feirα
→Tє amo de um jeito simples
→Tє amo de um jeito complicαdo
→Tє amo de um jeito diferente
→Tє amo ηαs melhores e piores fαses
→Tє amo quαηdo estou com vc
→Tє amo quαηdo ηαo estou com vc!
→Tє amo no verão
→Tє amo no inverηo
→Tє amo quαηdo tudo mudar
→Tє amo quαηdo vc errαr
→Tє amo quαηdo vc chorαr
→Tє amo quαηdo vc sorrir
→Tє amo com todα sinceridade du mundo!!!
Assim sou com você e sem você...
→Tє amo depois
→Tє amo quαηdo ficαr
→Tє amo quαηdo for
→Tє amo quαηdo chover
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→Tє amo quαηdo vc sorrir
→Tє amo com todα sinceridade du mundo!!!
Assim sou com você e sem você...
Assim somos nós dois e... MUITO MAIS...
VINHO - A MELHOR BEBIDA DO MUNDO, DEPOIS DA ÁGUA - PARTE 14
Outra incrível
Para quem achava que os 2009 em Bordeaux seriam o máximo, a safra de 2010 está sendo saudada pouco depois de colhida, como o máximo entre aspas. Aspas no caso positivas porque se trata de uma safra menor. Menos quantidade significa em anos de boa distribuição de chuva mais qualidade. Mais refinamento nos vinhos, que ganham em profundidade e complexidade. Uma safra abundante é motivo de festa e de grandes vendas, anunciadas com estrondo. Uma safra refinada, trabalhada passo a passo, é motivo de orgulho e trabalho dedicado. A mão do homem aparece mais. Qualquer que seja a qualidade final dos 2010, vai ser difícil vender depois dos exageros de 09. Aconteceu em 2001, com a febre do 2000, aconteceu em 96, com os preços fora de propósito dos 05.
Leilões nas alturas
Já se tornou uma nota regular neste Express: os preços sempre ascendentes dos vinhos em leilões, sobretudo no extremo Oriente. As casas leiloeiras não param de bater recordes por caixa e por garrafa. Pelo telefone, um comprador da Ásia arrematou uma vertical de Chateau Mouton na Sotheby's por US$ 70 mil. Três vezes o preço base. Na Acker Merral de Hong Kong, seis magnuns de Romanée Conti chegaram a US$ 119 mil. Portanto, não são só os bordeaux, como Lafite e margaux. Em Nova York, na Sotheby's, uma caixa de chambertin de Armand Rousseau chegou a US$ 30 mil dólares. “O vinho permanece uma constante neste mundo que muda a cada dia”, disse um diretor da casa leiloeira. E que constante. Era um investimento. Agora é uma ostentação de status. Agora é uma ostentação de status.
Portfolio Symington
Das famílias do Douro, Symington Estates são uma assinatura tão antiga e fidalga quanto as mais venerandas, algumas que remontam ao século XVII. Dominic Symington, português daquelas escarpas íngremes que levam a quintas espetaculares e dramáticas vistas do rio entre montanhas, acrescenta a suas propriedades o selo Cockburn, estabelecido em 1815, e dono de um número maior de vinhedos Douro acima do que as demais casas da região. A Symingtom detém as marcas de Porto Dow, Graham's, Smith Wodehouse e Warre. Seus vinhos de mesa são hoje um ponto a favor do argumento de que as casas de Porto deveriam se dedicar aos vinhos de gastronomia - Altano e, sobretudo, Chryseia são grifes de bom gosto.
400 colunas
O leiloeiro e colunista Michael Broadbent comemorou suas 400 colunas na revista Decanter (muitas saíram em outras publicações) em meio a festivas garrafas e muitos elogios de colegas - que certamente o admiram pela longevidade. Michael já passou dos 80, dos quais mais de 50 dedicados à apreciação de vinhos. Seu livro sobre grandes vinhos de grandes safras só tem campeões de preço acima do comum dos mortais. Suas observações são acatadas a cada vez que se abrem raridades, porque certamente Michael já passou por elas e já deu uma avaliação, automaticamente seguida pelos colecionadores, já que no caso dele é difícil errar. O jantar de comemoração incluiu os vinhos oferecidos de Michael: Pol Roger Cuvée Sir Winston Churchill 90 em magnum. Mouton-Rotschild 90 em magnum, o sauternes Climens 71 e o Porto Graham's 70.
Inimigo chegando
Estou dando uma varredura no que me resta de adega neste início de verão, temendo, justificadamente, o excesso de calor e a estrutura frágil da maioria dos vinhos prontos da década de 2000. Estou falando, bem entendido, da supermaturidade de safras como a 03, 06 e a 08 em vinhos da Alemanha e Itália. Não estou levando em conta os bordeaux 06 nem os decantados 09, que ainda não nos chegaram. Nos brancos, essa qualidade redonda de que tanto se falou quando saíram, inclusive os 05, vai de encontro ao nosso verão úmido. Minha sugestão é que se consumam mais cedo, agora os 09, por exemplo, já que os alemães 08 estão ficando supermaduros. Não temos um clima para guardar vinhos, mesmo com adega, essa que é a dura verdade.
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