quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Um copo para qualquer bebida

 - Criação da Utopik Design, copo multiuso tem o desenho perfeito para simplificar sua vida. Um copo que serve para tudo. Esse é o sonho de muitos que se desdobram para decorar qual o modelo correto para cada tipo de bebida, e depois ainda têm que gastar tempo e dinheiro para comprar todas as versões e fazê-las caber no armário. Pensando nisso o designer Sven Milcent e o Utopik Design Lab criaram o One Glass for Every Drink, que promete mudar sua rotina. A ideia é que um copo de vinho, por exemplo, também sirva para todas as outras bebidas. E não importa qual seja a escolha da vez – o copo será sempre o mesmo. Como? Só é preciso trocar a estrutura que sustenta a base. Superversátil!


terça-feira, 12 de outubro de 2010

Polícia sul-coreana usa treinamento bizarro para reunião do G20

 - Com vistas à reunião do G20 (que reúne os países ricos e os principais emergentes), que será realizada em Seul nos dias 11 e 12 de novembro, a polícia sul-coreana tem apostado em um treinamento inusitado para mostrar que seus agentes estão prontos para o evento. Nesta terça-feira (12), um policial quebrou blocos de concreto durante treinamento na capital Seul. Mais de uma semana antes, no dia 3 de outubro, um policial destruiu garrafas de cerveja com a mão para mostrar que está "preparado" para fazer a segurança do G20.


 

sábado, 9 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Fotógrafo flagra briga entre chacal e abutre por comida

 - Cena ocorreu em parque na África do Sul. Briga foi registrada pelas lentes de Michael Hofmeyr. O fotógrafo Michael Hofmeyr flagrou uma briga entre um chacal e um abutre no Parque Nacional Drakensburg, na África do Sul. O confronto aconteceu quando o chacal roubou um osso da ave. Apesar de ter sido atacado pelo abutre com suas garras, o chacal conseguiu fugir com o prato suculento, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph".

Batman: The Brave and The Bold no video game

- “Santa piada brega, Batman!”, diria seu fiel escudeiro Robin a cerca de “The Brave and The Bold”, a animação que virou game. Para aqueles que são fãs da série televisiva do morcego – da década de 1960 –, tanto desenho quanto jogo se configuram como um deleite, repletos de gracejos antiquados e quase bobos. Porém, se você prefere não assistir a cenas em que o herói procura por fantasmas nos esgotos da cidade, ou se transforma em gato por conta de uma joia misteriosa, muito provavelmente não deve nem arriscar a jogatina e, até mesmo, parar de ler o texto. Pronto, já nos livramos dos mais sisudos. Afinal, entrego troféus-joinha para o quadrinho Batman: O Cavaleiro das Trevas e para a série, em que protagonista exibia uma barriguinha proeminente. Bang! Soc! Pow! Já que o tema é estilo, “The Brave and The Bold” é muito bem definido, tanto em termos de arte quando no tocante à mecânica de jogo. A arte parte de um conceito à lá Technicolor, calcado na série animada. Os sprites são em um 2D bem renderizado, com alguns objetos em 3D, o que funciona muito bem dentro da escala do game, além de ser realmente bonito. Por outro lado, a animação desta arte sofre com alguns defeitos, principalmente por conta da desaceleração dos modelos na tela. Quer dizer, fica a sensação de que tudo foi criado às pressas, e os personagens têm uma movimentação limitada. Esta sensação acompanha a jogabilidade, na parte em que deveria ser refinada. Veja bem, o jogo é diversão pura: um side-scrolling clássico, de ação. O combate, apesar de simples, não é entediante e há uma variedade de combos e ataques especiais. Você atravessa quatro fases, utilizando socos, chutes e algumas engenhocas – que podem ser divididas em: ofensivas (os Batarangs) e utilitárias (que ajudam a abrir portas e desvendar segredos).  Neste ponto, o título lembra um tanto os “Metroid” antigos, nos quais você precisa do objeto certo para acessar a próxima fase. A falta de acabamento supracitada fica na falta de diferenciação entre os personagens. Muitos deles têm, basicamente, o mesmo estilo de combate, o que muda é um item, ou uma pancada específica, e só. ão acredite, porém, que estas falhas são tão terríveis e que o novo “Batman” não vale o seu tempo. No  entanto, é preciso entender que a produção tem o intuito de agradar à todas as idades, e se você é um jogador mais velho, esta escolha fica aparente. Por trás de todas as piadas, há uma estrutura ingênua: Batman e seu companheiro (muda a cada fase) começam a fase amarrados, devem se soltar e passar por um tipo de trilogia: descobrir o mistério, confrontação, e destruir o vilão. De qualquer maneira, a organização não tira o brilho das piadas, ainda mais porque a dublagem é toda realizada pelo cast original do desenho. Uma das melhores maneiras para aproveitar “The Brave and The Bold” é escalar um amigo e não se preocupar tanto com as minúcias. Você vai acabar o game rápido, em poucas horas, e sem enroscos. Então, prepare a pipoca e relaxe! Mas, antes, curtas as fotos:



























terça-feira, 5 de outubro de 2010

TODOS DEVEM SER ELOGIADOS E CRITICADOS

 - O que vale mais: um elogio ou uma crítica, mesmo que seja a famosa crítica construtiva? Faço essa pergunta por que quantas pessoas, durante toda uma vida foi alvo tanto de elogio como de críticas. Milhares de pessoas, até mesmo e, principalmente eu.
Elogio, ao contrário do que algumas pessoas, de mente pequena e visão restrita (só enxergam até o próprio umbigo) pensam não faz com que alguém se sinta melhor que ninguém, muito pelo contrário.
Um elogio, na hora certa, na medida certa, tanto faz na vida pessoal ou profissional, pode apresentar resultados devastadores, positivamente falando e, estou me referindo a elogios sinceros e não a falsos elogios.
Não se vocês concordam, mas, acho que não existe coisa mais chata do que, quando vai se falar de uma pessoa, na sua presença ou na ausência dela, é rasgado uma série de elogios e, quando chega à outra pessoa, são feitos os mesmos elogios, sem critérios.
Pelo amor de Deus, né, gente? Se queremos elogiar alguém, enaltecer seu trabalho, a sua folha corrida de serviços prestados à sociedade, isso deve ser feito exclusivamente para aquela pessoa e não para outras que, às vezes, nem tanta coisa assim fizeram.
Se você quer elogiar um colega de trabalho, faça isso de forma sincera e não leviana. Fale bem do serviço que ele presta a empresa, tanto na sua presença como na sua ausência. Exalte a importância dele no desenvolvimento da empresa e que, se não fosse por ele, determinados resultados, nos últimos anos, não teriam sido alcançados.
Quando isso acontece, eu repito, o colega de trabalho não se sentirá superior aos outros. Muito pelo contrário. Se sentirá com a obrigação de continuar atuando com a mesma presteza e, vai procurar mostrar ao chefe que, a sua principal motivação, é o crescimento da empresa, independente de ter sido ou não elogiado.
E, isso também vale para a vida pessoal. Se você tem dois ou mais filhos quase com a mesma idade e eles estão indo bem na escola, podem ser alvo de elogios, mas, distintos e não a mesma coisa pra um e para outro, ok?
Elogiar alguém pelo seu trabalho, pela sua vida pessoal, faz com que a pessoa aja cada vez mais focando o bem estar, não dele próprio, mas, de toda a comunidade na qual ele está inserido.
Agora se tem algo que, direta e indiretamente, derruba qualquer pessoa, é a seguinte frase: ‘Posso fazer uma crítica construtiva?’. O que e isso companheiro? Em momento algum, acho eu, crítica é construtiva. Muito pelo contrário. Ele é destrutiva mesmo!
Imaginem a seguinte situação: o colaborador chega à empresa, animado para mais um dia de trabalho e, recebe um telefonema do ‘chefe’ pedido que ele faça um relatório com determinadas informações.
O colaborador executa a tarefa e, apresenta o trabalho ao ‘chefe’, acreditando que tenha atendido as expectativas do mesmo. Mas, aí o ‘chefe’ diz que o relatório ficou bom, mas, porém, entretanto, todavia, poderia ter ficado melhor e diz a frase, temida por muitas pessoas: ‘Posso fazer uma crítica construtiva?’.
Para não perder o emprego e não se indispor com o ‘chefe’, o colaborador concorda e a critica ‘construtiva’ é feita. E, o que acontece? Muita coisa!
Se o colaborador tiver uma boa visão, a opinião do ‘chefe’ vai contar muito e, na próxima, ele não vai ocorrer no mesmo erro. Mas, se o colaborador não tiver essa boa visão, aí (coitado!) acabou o dia, a semana, o mês e, por aí afora.
Por isso, quando você for elogiar alguém, faça de verdade e não apenas procurando agradar e, quando for fazer a tal ‘crítica construtiva’ pense duas, três, quatro vezes, ok?
Um abraço a todos e até a próxima.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

MEUS SONHOS, DESEJOS E PROJETOS PARA OS PRÓXIMOS 15 ANOS

Todos nós, temos sonhos, planos, fantasias e projetos. E, esses seus meus, para os próximos 15 anos. Alguns posso realizar a qualquer momento. Outros são mais complicados. Mas, o que interessa é que não os deixei de lado. Nunca. Ficam adormecidos mas, nunca esquecidos. E, com fé em Deus se tornarão realidade e, antes dos 50, é claro...NECESSARIAMENTE NESSA ORDEM!!!
SONHO 1 - MEU AMOR> Eu e minha Nilva - MEU CAMINHO, MINHA LUZ E MINHA VIDA...
SONHO 2 - FORMATURA DO ENSINO SUPERIOR> Formatura no curso de Administração de Empresas, dentro de 2 meses...
SONHO 3 - SER PAI> Adotar uma criança para que eu possa chamar de filho e essa criança possa me chamar de pai...
SONHO 4 - TER UM BOM EMPREGO> Uma boa equipe de trabalho. Focada no que interessa e importa: levar o que há de melhor para as outras pessoas e, assim, colocando em prática o que aprendi na faculdade...
SONHO 5 - TER UM CARRO> Esse sonho, quando realizado, vai por um ponto final nas caronas, mototáxi, ônibus, chuva no lombo e andar a pé...
SONHO 6 - VIAGEM> E, após realizar 4 e 5, pegar o sonho 1 e 3 e viajar pelo Brasil e ir até um lugar paradisíaco como este da foto e só curtir a vida, nem que seja no fim de semana...
SONHO 7 - CASA PRÓPRIA> E, quando chegar do sonho 6, descansar no sonho 7, nem que seja financiada ou alugada...